
Em uma sociedade cada vez mais ambiental e voltada para salvar o verde, empresas fazem de tudo para desenvolver produtos que agridem cada vez menos o meio-ambiente. Ou melhor, que não o agridam. Não só pelo fato de estarem preocupadas com a saúde do planeta, mas também pelo fato de isso trazer uma boa imagem/reputação à empresa, sendo assim, uma ótima estratégia de marketing.
Ou deveriam. A Ferrero Rocher parece que anda na contra-mão desse sistema. Em sua embalagem tradicional contendo 15 bombons, para se chegar ao bombom é necessário se desfazer de i) o plástico que ‘lacra’ a embalagem; ii) a embalagem de plástico que guarda os bombons; iii) o “organizador” dos bombons — aquele que lembra um cartela de ovos; iv) o copinho do bombom — tipo o de brigadeiro; e por fim, v) o papel que envolve o bombom. Cinco embalanges descartáveis, ou seja, não reutilizáveis, e nenhum pouco de fácil degradação.
Enfim, a páscoa acabou, mas os resÃdous não. Se eu fosse um desses ativistas greenpeace-like, faria campanhas anti-Ferrero Rocher, ou até processaria a empresa por não estar preocupada com o aquecimento global. Como forma de pagamento, aceitaria tudo em permutação. =D
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