Passei para o Neto esse comercial que acabou sendo postado no UoD, mas penso que poderia ser um pouco mais trabalhado. Este blog não é nenhum pouco sobre publicidade ou propaganda, mas essa me chamou a atenção e resolvi dedicar um tempo a ela.
A primeira impressão que temos ao ver o vídeo é: “ah legal, o pessoal dos efeitos especiais fez um serviço bacana”. Errado. Neste vídeo não tem efeito especiais. Segundo o Autoblog, IdeaCity, a produtora do vídeo, recebeu tres motores de BMW M3 e que durante duas semanas desmontaram para estudá-los e achar os melhores ângulos, melhor iluminação, etc.
Depois de tudo montado, as filmagens levaram ainda quatro dias com super câmeras que captam 10.000 frames por segundo — um número bastante considerável mesmo se sabendo que será reproduzido em super slow motion. O resultado não poderia ser outro. Uma obra magnífica.
Essa é uma daquelas produções que podemos classificá-las como headshot. A linha M da BMW é a versão esportiva de suas respectivas séries. Ou seja, o cliente de uma “M” está disposto a pagar um pouco mais do que pagaria por uma BMW ‘normal’ para tê-la em versão esportiva com, além de acessórios esportivos, alguns hps a mais.
Assim, não precisa imaginar muito para descobrir que o cara é um apaixonado por carro, por velocidade, por automobilismo. E nada mais chamativo para pessoas assim do que mostrar por dentro, literalmente, como é gerada a potência de uma BMW M.
Não que depois de ver um comercial desses, os so-called apaixonados por carros irão sair de suas casas correndo até uma concessionária mais próxima da BMW comprar sua M, mas a BMW, enquanto marca, conseguiu uma identificação com o cliente. E para mim, isso é o que há de mais valioso para as empresas em tempos como este.
Da série “pronto, falei”, todos já devem ter visto a propaganda do Renault Sandero que está passando na TV aberta em horário so-called nobre. Eu já disse lá no twitter que eu não sei o que é mais ridículo: o carro ou a propaganda. Aquele final “nem sob reza brava” eu classifico como o diametralmente oposto ao fechar com chave de ouro. Esses dias vi um desses ‘ao vivo’, confesso que é um pouco menos feio do que na propaganda.
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Mas esta não foi a primeira decepção com a montadora franceza. O Logan veio primeiro. Este sim, um dos carros de série mais feios que eu já vi. Imagino que a missão da Renault tenha mudado para algo como “Ser reconhecida mundialmente como a montadora responsável pelos carros mais horríveis do planeta”. Pelo nisso tem obtido êxito.
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Quem não tem obtido êxito nesse ano é a ING Renault F1 Team. Alonso, que outrora afirmara que os engenheiro teriam que trabalhar muito para melhorar o carro se quisessem tê-lo na equipe, recentemente confessa que o lugar ‘normal’ da Renault no grid é, ceteris paribus, a 9ª colocação, ficando atrás de McLarens, Ferraris, BMWs e um mixto entre Willians e Toyotas.
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Nelsinho Piquet (ou Piquet Jr., como preferir), figurante coadjuvante e companheiro de equipe de Alonso, até o momento nada fez além de um insignificante 11º lugar. A mídia brasileira acalenta-o dizendo que o coitado está sofrendo de “pressão de estréia”. Não desmerecendo o filho do talentoso, mas alguém lembre a mídia que no ano passado, o estreante Hamilton e também companheiro de equipe do bi-campeão mundial, cravou um 3º lugar na primeira corrida, um 2º lugar na segunda e só não levou o caneco do mundial porque não quis. Tudo bem que a Renault não está muito bem das pernas, mas esse papo de ‘estreante’ não encaixa. Como já dizia meu tio: “desculpa de aleijado é muleta”.
[19:09] [éle.agá]: tá querendo comprar o seu?
[19:10] Rodrigo: comprei um uno
[19:10] [éle.agá]: hehe
[19:10] [éle.agá]: sério?
[19:10] Rodrigo: acha q eu tenho cara de compra uno?
[19:11] [éle.agá]: hahaha
[19:11] [éle.agá]: ufa
[19:11] [éle.agá]: que susto