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Ufa

Pelo menos não sou o único que às vezes troca o “e” pelo “o” (e vice-versa, as well) ao digitar. O detalhe é que são praticamente teclas vizinhas.

\"Mão vingativa (??)\"

Deve haver uma explicação para isso.

Clique aqui para visualizar melhor.

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Enquanto isso, no supermercado…

Como assim? Com o poder das enzimas?

| Via Flickr

Como comer no McDonald’s de graça

Da série: não dá idéia, não dá idéia!



E depois é brasileiro que dá jeitinho.

Twitter in plain english

Desde de que o Twitter foi criado há pessoas procurando uma definição exata para ele. Além de “microblog”, é difícil explicar para uma pessoa que ainda não usa, o que é o Twitter e como ele funciona. (Para que serve já é uma questão pessoal.)

Pensando nisso, um casal de americanos (eu suponho) criou a CommonCraft show que faz pequenos vídeos so called ‘papershow’ explicando esses serviços trendsetter encontrados pela web. E tudo em plain english, ou seja, mais fácil impossível! Check it out:



Em tempo, veja o que eu estou fazendo por lá. =)

Conseqüências da era da informação

Que vivemos na era da informação, isso não é novidade para ninguém. Um ferramenta muito útil para os que gostam/precisam estar sempre bem informados, é o agregador de feeds — se bem que o mal uso dele também pode provocar sérios problemas, principalmente para aqueles que acham que um dia de 23h53m04s é extremamente curto.

Não seria demais dizer que o agregador de feeds talvez seja o ícone da era da informação. Através dele você não precisa mais correr atrás da informação, ela vem até você. Mas às vezes de modo exagerado. Vejam:

Tá bom, tá bom, já vi!
Para ver em tamanho maior, clique aqui.

/!\ Em construção

Desculpe o transtorno, estamos em construção para melhor atendê-los.

Sociedade Pós-Capitalista – Um quase review

Já comentei lá no Twitter (mas de novo Luis Henrique? Pois é, como disse Fábio Seixas outrora, o twitter é também um behind the scenes dos blogs — mas voltando ao assunto) comecei a ler um livro essa semana meio que por acidente e, ao que tudo indicava, seria um dos livros mais interessantes lidos por moi.

De fato, seria muito mais interessante se o livro acabasse na introdução, ou, em último caso, a introdução mais a última seção.
O livro em questão é “Sociedade Pós-Capitalista” do honorável Peter Drucker. Na obra, original datada de 1993, o autor tenta “prever” o futuro e discorre, na visão dele, sobre como será a sociedade, então denominada pós-capitalista. Em resumo, o autor enfatiza sobremaneira que o conhecimento será a mola-mestra da nova ordem e que moverá tudo e a todos.

Em “Sociedade Pós-Capitalista”, Peter Drucker descreve como a cada uma ou duas centenas de anos ocorreu uma transformação aguda, que afetou grandemente a sociedade — sua visão de mundo, seus valores básicos, suas empresas, sua economia, e sua estrutura política e social. De acordo com Drucker, estamos agora atravessando (quase finalizando) outra época de mundanças radicais, da Era do Capitalismo e da Nação-Estado para uma Sociedade do Conhecimento e uma Sociedade de Organizações. O principal recurso na sociedade pós-capitalista será o conhecimento e os grupos sociais mais importantes serão constituidos pelos “trabalhadores do conhecimento”.

Examinando passado e futuro, Drucker discute a Revolução Industrial, a Revolução da Produtividade, a Revolução Gerencial e o controle das corporações. Ele explica as novas funções das organizações, a economia do conhecimento e a produtividade como prioridade social e econômica. Analisa a transformação da Nação-Estado em Megaestado, o novo pluralismo dos sistemas políticos e a necessária reformulação do governo. Drucker ainda detalha as questões do conhecimento e seu uso, bem como, o papel do conhecimento na socidade pós-capitalista

Eu, um entusiasta do desenvolvimentismo meio neo-schumpeteriano, não pude deixar de achar o assunto mega interessante e lê-lo o mais rápido possível. Mas, fato é que Drucker deixou para tratar sobre o conhecimento, tão enfatizado na introdução, lá na última seção do livro.

O livro como um todo é interessante, não como imaginei que seria, mas em parte o é. É interessante saber como um visionário, tal qual Peter Drucker, imaginou a sociedade, bem como todos os seus inter e intra relacionamentos, há 1,5 década, quando o computador, hoje indispensável, estava começando a desempenhar seu papel.

Uma sociedade cada vez mais centrada no conhecimento, nas especializações, nas especificidades, em uma espécie de releitura da teoria ricardiana de vantagens comparativas.

Paradoxalmente, o livro abrange várias áreas como sociedade, política e quetais, sendo assim, penso eu, interessante para uma diversa gama de profissionais variando de antropólogos, socióligos, cientistas políticos a até economistas, administradores e afins.

Mas dentre tantos temas e assuntos por ele tratados, eu destaco um que me chamou especial atenção — e não é sobre conhecimento. A velocidade dos ciclos. Como a periodicidade dos ciclos é cada vez menor e a dinamicidade das sociedades é cada vez mais perceptível. Escrever um livro sobre como será a sociedade, ou como esta se comportará daqui a algumas décadas, é muito mais difícil do que algumas décadas atrás.

Enfim, o livro é bom, o autor é bom, e o assunto é interessante. Para finalizar, o desfecho:

“Mas uma coisa podemos prever: a maior mudança ocorrerá no conhecimento — em sua forma e conteúdo, seu significado, sua responsabilidade e naquilo que significa ser uma pessoa instruída”

PS.: Com este, eu consigo atingir minha meta de ler mais de um livro por mês. \o/
PPS.: Tudo bem que o outro eu tinha começado a ler ano passado, mas dá um desconto, era um brutamonte de 500 páginas, né!!